O Papeleiro - 15h

Um espetáculo teatral de teatro de sombras que investiga identidade, memória e criação diante do impacto das inteligências artificiais no cotidiano.
30 de outEspaço Cultural AlagadosEm breve
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Sobre o evento

O Papeleiro

Naiara Gramacho (Ilhéus-BA)

Um professor, um mundo em acelerada transformação tecnológica e uma pergunta que parece simples, mas não tem resposta pronta: afinal, o que nos torna humanos? A partir do teatro de sombras — linguagem milenar baseada na projeção de silhuetas sobre uma superfície iluminada —, “O Papeleiro” acompanha um personagem atravessado pelas inquietações provocadas pela presença cada vez maior das inteligências artificiais no cotidiano. Narrativa, sonoridade, sombras e audiovisual se encontram em uma experiência cênica que investiga identidade, memória, criação e pertencimento. O que acontece quando aquilo que produzimos já não depende exclusivamente de nossas mãos? E o que permanece quando os papéis, as imagens e as tecnologias mudam? Em vez de imaginar o futuro apenas como território de ansiedade e incerteza, o espetáculo desloca o olhar para o presente e para a própria experiência de estar vivo. Entre luzes, sombras e perguntas sem respostas definitivas, “O Papeleiro” propõe uma pausa para reencontrar a presença e aquilo que, talvez, exista para além de qualquer papel.

Dia 30/10, 15h (Sessão com LIBRAS às 15h)

Espaço Cultural Alagados (Final de linha da Rua Direta do Uruguai)

Duração: 30 minutos

Classificação indicativa: Livre

Ingresso: R$ 15 e R$ 30, disponíveis via Sympla

Ficha técnica

Direção e atriz manipuladora: Naiara Gramacho

Dramaturgia, produção e narração: Pedro Albuquerque

Ator: João Lopes

Trilha sonora: Eli Arruda

Cenografia: Naiara Gramacho

Iluminação: Naiara Gramacho

Operação de luz: Naiara Gramacho

Operação de som: Naiara Gramacho

Vídeos do espetáculo: Mariana Cabral

Naiara Gramacho

Naiara Gramacho é multiartista do sul da Bahia, onde atua como diretora, atriz, escritora, ilustradora, cantora, compositora, produtora e arte-educadora. Sua criação atravessa teatro, literatura, música e artes visuais, em diálogo com a Comunicação Não Violenta, a Educação Parental e práticas de cuidado. No teatro, dedica-se especialmente às sombras, levando a linguagem para crianças e adultos do litoral sul baiano. É autora e diretora de espetáculos como “Um Corpo de Palavras” (2021), indicado ao Prêmio Braskem de Teatro e apresentado no FIAC Bahia em 2022, além de “Na sombra da poesia” (2020), “O Pássaro da esperança contra o dragão da tirania” (2023) e “O Papeleiro” (2026). Também publicou dois livros infantis e ilustrou mais de dez obras de autores baianos. Na música, lançou dois EPs e dois singles, com destaque para “Eu Mereço”, que ultrapassou 5 milhões de streamings.

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